São Paulo, 4 de Maio de 2009
Nos últimos anos, não foram poucas as pragas que atingiram o setor de turismo, desde a quebra da Varig, passando pela greve dos controladores de voos, até a crise financeira global e a consequente redução no número de turistas estrangeiros. Não bastasse tudo isso, agora ainda há a ameaça da gripe suína. Esses fatores, somados a uma legião de metas não cumpridas pelo governo federal, fizeram com que empresas reduzissem seus planos de investir no segmento de lazer. Se antes o setor abraçava um discurso glamourizado de belas praias e montanhas, de olho no turista estrangeiro endinheirado, agora a vocação é outra: apostar no mercado de negócios.
"O Brasil não é um país com real vocação para o turismo de lazer", diz Jan von Bahr, diretor-geral do resort Serhs, de Natal, que aposta no mercado de eventos para reduzir as perdas com a queda no número de visitantes. A francesa Accor Hotels também deixou de lado o segmento de resorts no País. "Não é que não estamos interessados, simplesmente não sentimos boas perspectivas", diz Roland de Bonadona, diretor da empresa.
A meta inicial do governo para incentivar os investimentos em lazer era atrair 9 milhões de visitantes até 2007, o que não foi cumprido. A justificativa do ministro do Turismo, Luiz Barretto, está na inexperiência do País com o desenvolvimento do setor: "Até 2003, o Ministério do Turismo nem existia. É natural que as pessoas tivessem dificuldades em prever números".
"O Brasil não é um país com real vocação para o turismo de lazer", diz Jan von Bahr, diretor-geral do resort Serhs, de Natal, que aposta no mercado de eventos para reduzir as perdas com a queda no número de visitantes. A francesa Accor Hotels também deixou de lado o segmento de resorts no País. "Não é que não estamos interessados, simplesmente não sentimos boas perspectivas", diz Roland de Bonadona, diretor da empresa.
A meta inicial do governo para incentivar os investimentos em lazer era atrair 9 milhões de visitantes até 2007, o que não foi cumprido. A justificativa do ministro do Turismo, Luiz Barretto, está na inexperiência do País com o desenvolvimento do setor: "Até 2003, o Ministério do Turismo nem existia. É natural que as pessoas tivessem dificuldades em prever números".
Fonte: C6 e C7(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Cintia Esteves e Regiane de Oliveira)

0 comentários:
Postar um comentário